???item.export.label??? ???item.export.type.endnote??? ???item.export.type.bibtex???

Please use this identifier to cite or link to this item: http://tede.biblioteca.ufpb.br:8080/handle/tede/8677
???metadata.dc.type???: Tese
Title: Autonomia curricular em enunciação política: significações docentes
???metadata.dc.creator???: Albino, Ângela Cristina Alves 
???metadata.dc.contributor.advisor1???: Pereira, Maria Zuleide da Costa
???metadata.dc.description.resumo???: A autonomia é urna palavra-chave no texto das políticas educacionais das últirnas décadas e assume uma multiplicidade de sentidos que atende desde os fundamentos que definem os rnodelos de gestão dernócratica ate os princípios de orientação curricular. Percebe-se, no entanto que, na efusão discursiva, ha também silenciarnentos. Assim, o presente estudo teve corno objetivo, analisar e contemplar a voz docente na significação da autonornia ancorada a urn rnornento de decisão curricular importante, qual seja, o projeto político pedagógico. No contexto institucional da escola, a ação dos professores constitui urna dinârnica identitária que precisa ser visualizada corn rnais acuidade na relação corn o Estado, corn isso a voz docente foi evidenciada sem perder de vista a configuração das políticas nacionais e globais que endossam a autonornia como fundarnento para construção de urna escola democrática. Para subsidiar, de maneira geral o estudo do tema autonomia, fiz urna incursão histórica, transitando urn pouco sobre o ideal de liberdade grego, bern corno nas análises rnodernas de Kant, quando entende a autonomia como fundarnento moral da vida humana. Optei por perspectivas da teoria critica que fundarnentam abordagens no campo da educação corno FREIRE (2007, 2005, 1996, 1991,1986), na análise da autonornia MARTINS (2001, 2002), o espanhol CONTRERAS (2002), AZANHA (2000, 2006, 1992), bern corno autores do carnpo do Curriculo que tentarn ressignificar as teorias criticas para dar continuidade a urn projeto ernancipatório, a exemplo de 000DSON (1990, 1997, 2001,2008) e POPKEWITZ (1997, 2001, 2003, 2008). Na articulação das políticas corn o carnpo do Curriculo utilizei algurnas análises de DALE (2004, 2009), para entender rnelhor os padrões de governação educacional e as possíveis formas de de responsabilização do Estado. Para subsidiar as análises optei por trabalhar corn a ACD - Analise Critica do Discurso do lingüista britânico FAIRCLOUGH (1999, 2001, 2003), por compreender que, as questões sociais tern urn caráter parcialrnente linguistico discursivo. 0 autor considera ainda, o discurso numa perspectiva dialética moldado pela estrutura social, bern como constitutivo dessa estrutura. 0 discurso significa e produz significados, e muitas vezes esses sentidos são dernasiadarnente naturalizados e/ou opacados. A voz docente na produção do sentido da autonomia foi priorizada na análise ern termos de prática social, cornplernentada por urna análise da prática discursiva e do texto. Essa triangulação faz parte da proposta de ACD e, nos limites do othar que lancei sobre os dados, foi possível compreender e confirmar parcialmente as hipóteses da pesquisa de que, a autonomia no contexto docente assume urna rnultiplicidade discursiva que não significa apenas liberdade pan fazer algo, mas ainda urn ideal a ser alcançado que está ancorado a formação docente para que seja possível (re) significar tal prática corno ato profissional político. No entanto, o entendirnento dos textos oficiais não está tão desconfigurado da voz docente, pois o - discurso regularnentador da autonornia tarnbérn utiliza rnarcas de liberdade, identidade e construção política, constituintes do discurso docente. Esses discursos que regularnentam a autonomia se constroem, a partir de principio clássico, de liberdade e construção política e cidada, estão em confluência em muitos momentos. Se insurgern corno híbridos ern constante luta hegemônica e construção ideológica. Assim, a autonomia foi entendida corno requisito politico relacional que extrapola as instâncias de regularnentação institucional e isso e muito irnportante para acreditar na possibilidade de configurá-la nurna perspectiva de luta e rnovirnento ernancipatório, no rnornento de proposição curricular da escola.
Abstract: Autonomy is a key word in the text of the educational policies of the last decades and assumes a multiplicity of meanings that caters from the fundamentals that define the democratic management models to the principles of curriculum orientation. It is perceived, however, that in the discursive effusion, there are silences. Thus, this study aimed to analyze and contemplate the teacher voice in the meaning of autonomy anchored a to a time of important curricular decision, namely, the political-pedagogical project. In the institutional context of the school, the action of teachers is a dynamic identity that needs to be seen more acutely in relation to the State, thus making teacher's voices more evident without losing sight of the setting of national and global policies that endorse autonomy as foundation for building a democratic school. To support, in a general manner, the study of the subject autonomy, I made a historic course transiting a little about the ideal of Greek freedom, as well as in modem analysis of Kant when he understands autonomy as moral foundation of human life. I chose perspectives of critical theory underlying approaches in education, like in Freire (2007, 2005, 1996, 1991.1986), in the analysis of autonomy MARTINS (2001, 2002), the Spanish CONTRERAS (2002), AZANHA (2000, 2006, 1992), and authors of the curriculum field trying to reframe the critical theories to continue the project as an emancipatory process GOODSON (1990, 1997, 2001, 2008), POPKEWITZ (1997, 2001, 2003, 2008). The articulation of policies with the Curriculum field with DALE (2004, 2009), to better understand the patterns of educational governance and the possible forms of disengagement of responsibility with the State. To support the analysis I chose to work with CDA - Critical Discourse Analysis, from the British linguist Fairclough (1999, 2001, 2003), that comes from understanding that social issues are partly linguistic discursive character oriented. The author also considers the discourse in a dialectical perspective shaped by the social structure as well as constitution of the same structure. The speech means and produces meanings, and often these senses are too naturalized and/or blurred. The teaching voice in producing the sense of autonomy was prioritized in the analysis in terms of social practice, complemented by t an analysis of discourse and text. This triangulation is part of the CDA proposal and, within the limits of my view upon the data, it was possible to understand and partially confirm the hypotheses of the research that autonomy in teaching context takes a discursive multiplicity that does not just mean freedom to do something, but an ideal to be achieved that is anchored to teacher training to be able to (re)define the practice as a professional political act. However, the understanding of the official texts is not so detached from C teaching voice, because the regulatory discourse of autonomy also uses trademarks of freedom, identity and political construction, parts of teaching discourse. The discourses that regulate autonomy are built from classical principals of freedom, political and citizenship construction are in confluence, many times. They rebel as hybrids in a constant hegemonic struggle and ideological construction. Thus, autonomy is understood as relational policy requirement that goes beyond the institutional regulatory authorities and this is very important in order to believe in the possibility of setting it in a perspective of struggle and emancipatory movement, at the time of curriculum proposition at the school.
Keywords: autonomia
Projeto Politico-Pedagógico
reformas educacionais
discurso
autonomy
Political and Educational Project
educational reforms
speech
???metadata.dc.subject.cnpq???: CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
Language: por
???metadata.dc.publisher.country???: Brasil
Publisher: Universidade Federal da Paraíba
???metadata.dc.publisher.initials???: UFPB
???metadata.dc.publisher.department???: Educação
???metadata.dc.publisher.program???: Programa de Pós-Graduação em Educação
Citation: ALBINO, Ângela Cristina Alves. Autonomia curricular em enunciação política: significações docentes. 2015. 268 f. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2015.
???metadata.dc.rights???: Acesso Aberto
URI: http://tede.biblioteca.ufpb.br:8080/handle/tede/8677
Issue Date: 26-Apr-2015
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação em Educação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
arquivototal.pdfArquivo Total13.11 MBAdobe PDFDownload/Open Preview


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.